sábado, 5 de novembro de 2011


Deixei de lado esse medo oco que me permeia há tempos
Tirei do meu caminho todo ócio, todo vício tosco e coloquei prazer nas minhas palavras
Parei de me culpar por tudo e passei a rir e a sorrir para todos
Desengavetei alguns antigos bons sentimentos, reparei que ainda me servem e resolvi vesti-los
Conduzi meu barco para outras correntezas, tenho necessidade de correr alguns riscos
Sou apático ao comodismo e adepto a transformações
Me canso fácil do que não me agrega
Tenho por hábito olhar para o céu, todos os dias
Se não me encaixo, me adapto.
Observei que com amor não se brinca, mesmo sendo, o próprio amor, uma grande brincadeira
Eu condeno pouco amor, pouco afeto, pouco afago
Falando de amor, prefiro sim, os excessos e os extremos
Não sei dar pouco, portanto, não me peça somente uma metade.
Só aprendi a ser assim, inteiro.









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